Traduzir

Pesquisar

sábado, 29 de março de 2008

O Dengue: extermine este mosquito

Riselda Morais



Nos últimos dias temos acompanhado o drama vivido pelos moradores do Rio de Janeiro que enfrentam uma grande epidemia de dengue, até hoje já são 54 mortos pela doença e milhares de pessoas doentes, sendo detectados cerca de 84 casos da doença por hora.

Aqui em São Paulo não estamos imunes à doença, assim como não estamos livres de enfrentarmos uma epidemia da doença. Há aproximadamente duas semanas, encontrei um mosquito em minha casa, como não tenho nenhum objeto com água parada que possa servir como foco de reprodução e moro em condomínio procurei descobrir se mais alguém havia percebido algum mosquito, recebi uma resposta afirmativa, então liguei para o 156 apesar de ter sentido muita dificuldade em ser atendida, a terceira atendente registrou a ocorrência e me passou o protocolo nº 7488309, contactei a Secretaria de Saúde e a Superintendência de Vigilância de Saúde da região mas até o momento nenhuma equipe veio ao local para fazer a pulverização.

Ontem minha vizinha veio a minha casa com os três mosquitos da foto para eu ver se era da dengue, eles foram encontrados na guarita do condomínio e na casa dela. O foco de mosquitos pode estar a até um quarteirão (de cada lado) do local onde ele foi encontrado ou dentro do próprio condomínio, como posso descobrir sozinha? O fato é que todos nas proximidades estão com sua saúde ameaçada enquanto eu aguardo uma atitude do poder público.

O Aedes Aegypti é um mosquito de cor escura, rajado, com manchas brancas pelo corpo e pernas. É menor que o pernilongo e ao contrário do pernilongo comum, tem hábitos diurnos, ou seja, só pica durante o dia e não faz zumbido ao voar.

A única maneira de se prevenir ou erradicar a doença é combatendo e exterminando o mosquito transmissor do vírus e isto é feito através da eliminação de objetos que possam acumular água como pneus velhos, latas ou vidros vazios, tonéis abertos, caixas d'água abertas, vasos com plantas. O Aedes Aegypti só se desenvolve através de água parada e limpa.

Veja algumas dicas:

- Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Na hora de lavar o recipiente, passe um pano grosso ou bucha nas bordas. Substitua a água dos vasos de plantas por areia grossa humedecida.

- Esvazie as garrafas sem uso. Elas devem ser guardadas de boca para baixo, de preferência em lugares cobertos.

- Pneus velhos são um dos lugares preferidos do mosquito da dengue. Por isso, eles devem ser guardados em lugar coberto ou furados.

-Mantenha as caixas d´água, poços, latões e filtros bem fechados.

- Mantenha limpas as calhas, lajes e piscinas.

- Vasilha de água dos cães devem ser devem ser lavados com buchas e detergentes e a água trocada diariamente.

-Elimine a água acumulada em bambus, bananeiras, bromélias, etc. Evite plantas que acumulem água, como gravatás, babosa, espada-de-São-Jorge, entre outras.

Alguns dos sintomas da dengue são febre alta, dores musculares e articulares (na juntas), dores de cabeça, dor atrás dos olhos, fraqueza, prostração, falta de apetite e após três ou quatro dias pode surgir manchas vermelhas na pele. A dengue hemorrágica é o tipo mais grave. Os sintomas iniciais são os mesmos da dengue comum. Só que, quando a febre acaba, começam a surgir sangramentos, a pressão cai, os lábios ficam roxos, a pessoa sente fortes dores no abdómen e uma hora fica sonolenta, outra hora agitada. A dengue hemorrágica é muito perigosa e pode levar a pessoa à morte. Por isso, todo cuidado é pouco.

Estou fazendo minha parte, faça a sua você também e converse com seus vizinhos e amigos para que eles façam a deles, assim... exterminaremos o mosquito e erradicaremos a doença.

sábado, 15 de março de 2008

Pista é fechada para uso exclusivo de desmanche na Zona Leste da capital paulista

Por: Riselda Morais
Absurdo!!! - Quem passa pelo bairro de Jardim Imperador, Zona Leste da capital paulista se depara com uma verdadeira afronta ao cidadão que paga impostos e vê o dinheiro público desperdiçado. Um trecho da pista, com asfalto novo e sem buracos, foi interditado para uso de um desmanche na Rua Adelina Sanches Rodrigues, esquina com a Avenida Barreira Grande. Os veículos que circulam pela via são obrigados a seguir por um desvio complicado porque a pista tornou-se de uso exclusivo do desmanche. O que você acha disso, deixe seu comentário abaixo.

Camada de poluição cobre a capital paulista e tem efeitos nocivos à saúde da população

Riselda Morais

Olhar o horizonte e perceber uma nuvem de poluição sobre a região metropolitana já tornou-se uma constante. Não bastasse encobrir a beleza da cidade, a poluição do ar causa muitos problemas de saúde a população.
Os efeitos nocivos a saúde como ardor nos olhos, nariz e garganta, tosse seca, cansaço, crises de bronquites, rinites, pneumonia, entre outras doenças respiratórias e cardiovasculares fazem parte das conseqüências do alto nível de poluição produzido pela cidade de São Paulo.
Nos dias mais poluídos, com baixa umidade do ar os pronto-socorros da cidade ficam cheios, há um aumento aproximado de 50% nos atendimentos, sendo as vítimas que mais sofrem os idosos, as crianças e as pessoas portadoras de doenças pulmonar crônicas.
Este problema já não é novidade para o morador da capital paulista que vem sofrendo os efeitos nocivos da poluição, ano após ano. A novidade é que esta poluição já atinge uma área de 600 quilômetros, atingindo o litoral e parte do interior. A frota de veículos e as indústrias são os principais poluidores.

A poluição do ar na capital paulista aumentou em 2007, com um índice de 54% no número de vezes em que o ar ficou com qualidade inadequada ou má comparando a 2006.
O número de dias em que o ar esteve inaceitável, em pelo menos um local de medição da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) subiu 45,6% entre 2006 e 2007.
Entre os locais mais poluídos, está a região do Ibirapuera (Zona Sul), a Cidade Universitária (Zona Oeste) e Santana (Zona Norte).

A tendência da poluição do ar na capital paulista é aumentar cada dia mais, a não ser que sejam implementadas medidas que visem a melhoria da qualidade do ar, uma vez que as fontes de poluição atmosféricas são significativas.
São Paulo é a quinta cidade de ar mais poluído entre as vinte maiores metrópoles mundiais e a terceira da América Latina.
Com uma população de mais de 10 milhões de habitantes e a maior frota circulante do país, com 6,5 milhões de veículos automotores, concentra 5,5 milhões na capital, aproximadamente 1 veículo para cada 2 habitantes, além de mais de 500 carros de outros estados que passam pela cidade diariamente e uma tendência de crescente uso de veículo em detrimento do transporte público, estima-se que os veículos lançam na atmosfera 70% de toda a poluição do ar de São Paulo, podendo chegar a 90% se forem consideradas apenas as emissões de monóxido de carbono.
O aumento excessivo do uso de veículos, a produção industrial e a geração de energia expõe os habitantes a níveis de poluição que excedem os limites recomendados pela Organização Mundial de Saúde e além da causar danos a saúde da população a emissão do carbono em alta escala resultante do consumo de combustível, contribui para a elevação do efeito estufa que concorre decisivamente para a mudança climática global.
Pesquisas recentes mostraram que em dias de altos índices de poluição do ar o risco de morte por doenças respiratórias e cardiovasculares aumenta em 12%. Nos dias mais poluídos há um aumento aproximado de 50% nos atendimentos em pronto-socorros da cidade, a maioria envolvendo pessoas com bronquite ou pneumonia. Diante destes dados, vale lembrar quão importante é, a consciência pública a respeito da importância de estratégias de prevenção e controle da poluição do ar em São Paulo.

Cerca de 100 milhões de raios atingem o Brasil, por ano, saiba como se proteger

Riselda Morais

O Brasil é atingido anualmente, por cerca de 100 milhões de raios, que possuem uma intensidade média de 40.000 ampères, isto é, 10.000 vezes maior que a intensidade da corrente que circula nos aparelhos elétricos em nossas residências. Quando os raios atingem objetos causam danos, queimam computadores, aparelhos eletrônicos e também há interrupção de energia. Os prejuízos causados por raios aqui na capital paulista são da ordem de centenas de milhões de reais por ano, mas além de prejuízos financeiros os raios podem atingir as pessoas, causando graves ferimentos e até mesmo matando, em todo o País cerca de 200 pessoas morrem, por ano, atingidas por raios.
Quando uma pessoa é atingida por um raio, pode sofrer uma parada cardíaca e respiratória, nesses casos a pessoa tem chances de sobrevivência, desde que receba atendimento imediato, com massagem cardíaca e respiração artificial, boca a boca. O índice de sobrevivência é um para cinqüenta. Diante desta realidade é importante se proteger. Durante a tempestade evite ficar próximo às árvores, descalço, dentro d’água, em lugares altos, se possível fique dentro de casa.
A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil registrou dez ocorrências de acidentes com raios, no período de 1º de dezembro de 2007 e 25 de fevereiro deste ano, aqui em São Paulo.
Os acidentes provocaram a morte de 13 pessoas, com idade entre 8 e 59 anos, sendo 9 homens e quatro mulheres, e deixou seis pessoas feridas, sendo um homem e cinco mulheres.
A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil avalia que, por desconhecimento ou por não acreditar que os raios matem, as pessoas deixam de observar cuidados simples, como nunca permanecer em local descampado durante as tempestades e alerta que descargas elétricas ocorrem na maioria dos temporais. O raio pode alcançar duas ou mais vezes o mesmo lugar e normalmente atinge o objeto mais alto de cada área e recomenda que durante a tempestade:
• Abrigue-se em uma casa, edifício ou instalação subterrânea, como o Metrô, por exemplo. Caso esteja em veículo, não saia. Feche os vidros e não encoste nas partes metálicas.
• Evite lugares abertos: estacionamentos, praias, campos de futebol.
• Se estiver no mar, rio, lago ou piscina, saia imediatamente.
• Mantenha distância de objetos altos e isolados (árvores, postes, quiosques, caixa d’água, etc).
• Afaste-se de objetos metálicos grandes e expostos - tratores, escadas, cercas de arame.
• Evite soltar pipas e não transporte objetos como canos e varas de pesca
• Não ande de motocicleta, bicicleta ou a cavalo.
• Se não houver abrigo por perto, fique agachado, com os pés juntos, até a tempestade passar. Não deite no chão.
• Afaste-se de aparelhos e objetos ligados à rede elétrica: televisores, geladeiras e fogões.
• Não utilize o telefone (a menos que seja s/ fio ou celular).

quinta-feira, 6 de março de 2008

Violência doméstica atinge 15 de cada 100 mulheres brasileiras (Riselda Morais)

(Foto): Prefeito Gilberto Kassab assina convênio que garante assistência jurídica gratuita a mulher vítima de violência doméstica.

No dia 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher, logo é natural que se fale das conquistas femininas, mas não posso deixar de falar de um problema antigo e cultural que atinge as mulheres, as aflige, as violenta, lhes tira a dignidade e até a vida, um grande sofrimento que muitas mulheres enfrentam no dia-a-dia, a violência que está dentro dos lares brasileiros, não a violência de rua, é a violência doméstica que atinge 15 de cada 100 mulheres brasileiras. E não são apenas os maridos pobres quem espancam suas companheiras, as classes média e alta representam metade dos atendimentos a mulheres vítimas de violência doméstica, que se tornou tão corriqueira que muitos homens não a identificam e reconhecem como agressão “só se for um tiro”, por exemplo. Enquanto isso, a violência contra a mulher prejudica toda a família, sofrem os filhos, as filhas, os parentes próximos e apenas 40% das mulheres denunciam o agressor.
É preciso que as mulheres se fortaleçam e saiam da posição de vitimização e que os homens revejam seus valores, reflitam suas fraquezas e controlem seus impulsos, se conscientizem que há outras formas de resolução dos conflitos, que a violência é ilegítima.
As mulheres que sofrem violência no lar tendem a apresentar diversos tipos de problemas de saúde, que vão desde a baixo estima, a depressão, problemas mentais, até ao suicídio. Nos cuidados rotineiros com a saúde elas se cuidam menos, fazem menos sexo seguro e menos papanicolau, segundo pesquisas.
Precisa-se desbanalizar a violência, não ensinar esse comportamento as crianças, não ensinar uma cultura violenta aos meninos, precisa-se que as brasileiras que sofrem agressões físicas, morais e psíquicas dentro do convívio familiar denunciem seus agressores e que os agressores pensem duas vezes antes de levantar a mão para agredir uma mulher, afinal, vale buscar alternativas para que o convívio doméstico seja harmônico.
Entre os Estados brasileiros o Pernambuco vem se destacando como o mais violento contra a mulher, só neste ano, 60 mulheres foram assassinadas pelos maridos ou companheiros e nos últimos cinco anos, 1.862 mulheres perderam a vida pelas mãos dos companheiros. A região mais violenta é a Norte, lá, uma em cada cinco mulheres foram vítimas de violência.
Aqui em São Paulo, na semana do Dia Internacional da Mulher (8 de março), uma importante ação foi realizada em seu benefício, uma antiga reivindicação de entidades que trabalham com mulheres na cidade finalmente foi atendida, a defesa das mulheres estabelecida em termo de cooperação, trata-se de um convênio firmado entre o prefeito Gilberto Kassab e a Defensoria Pública do Estado de São Paulo. “ É mais uma ação da Prefeitura em apoio às mulheres”, afirmou Gilberto Kassab.
A parceria foi firmada por meio da Secretaria Municipal de Participação e Parceria, com a presença do secretário Ricardo Montoro. “ O convênio celebrado agora representa um avanço na conquista dos direitos das mulheres. É o anel que faltava nesta cadeia de proteção às mulheres. São 32 defensores públicos que prestarão atendimentos”, enfatizou Montoro.
O convênio garante atendimento jurídico gratuito a mulheres vítimas de violência doméstica. A partir de agora, os defensores públicos vão atender às terças e quintas-feiras, das 8h às 12h, em cinco Centros de Cidadania da Mulher e em Centros de Referência, localizados em vários bairros da capital paulista. Todos os locais são administrados pela Coordenadoria de Mulheres da Secretaria de Participação e Parceria.
A Prefeitura instituiu o Programa de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar em 2007.
A violência doméstica contra a mulher é um grave e antigo problema nos lares brasileiros, apesar de poder denunciar e ter acesso a serviços especializados, nem sempre às vítimas têm coragem para denunciar ou buscar ajuda. Achar que seus parceiros podem mudar esse comportamento e viver harmoniosamente, sem agredi-las, desconhecer seus direitos; viver sob a constante ameaça de que se falar para alguém haverá vingança contra as famílias; sentir-se intimidada de várias formas; sentir medo de que depois da denúncia o parceiro seja solto e volte ainda mais violento; sentir vergonha de falar da violência sofrida; dificuldades financeiras e sensação de não ter ninguém para ajudar são alguns dos diversos motivos pelos quais as mulheres espancadas passam anos se submetendo a violência doméstica. A violência no seio familiar é uma das mais freqüentes formas de abuso e maus tratos contra as mulheres.
A Secretaria de Participação e Parceria é responsável por serviços diretos que prestam atendimento a mulheres vítimas de violência. Mantém a Casa Eliane Grammont, Casa Brasilândia e Casa Abrigo Helenira de Rezende. Há ainda outros serviços que são prestados por meio de parcerias com casas e abrigos conveniados com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. Durante a cerimônia que contou com a participação da Coordenadora Geral das Mulheres, Maryluci de Araújo Faria, e de representantes dos Defensores Públicos do Estado, foi aberto ciclo de palestras, mesas redondas e o lançamento de cinco guias que debatam políticas de igualdade e sistematizam a experiência dos Centros de Cidadania da Mulher e da Coordenadoria da Mulher. Entre as publicações, o destaque é a cartilha “Exija os Seus Direitos: Está na Lei”, sobre a Lei Maria da Penha.
O Brasil conta com 387 delegacias especiais e a Lei Maria da Penha que é específica para proteger as mulheres, mas o índice de denúncias é baixo, apesar de ser o método mais eficiente de combate a violência doméstica.
A violência doméstica é uma realidade que começa muito cedo na vida das mulheres. Do total de 15% das mulheres entrevistadas que já foram vitimas de violência doméstica, 35% afirmaram que a prática da violência começou até os 19 anos. O índice demonstra um dos lados mais cruéis da prática da violência doméstica, além dela ocorrer no ambiente da casa e da família, espaço que naturalmente deve ser de segurança e conforto, ela atinge as jovens e adolescentes. Ainda segundo as mulheres que sofreram agressões, os maridos e companheiros foram os responsáveis por 87% dos casos de violência doméstica.
Em relação ao tipo de violência sofrida, 59% apontaram a violência física, 18% sofreram violência psicológica e 17% vivenciaram todos os tipos de violência. Talvez as mulheres se sentissem mais seguras para denunciar seus agressores se as penas não se resumissem em o homem fazer doações de cestas básicas, mas que o agressor ficasse preso por um longo tempo e depois fosse obrigado a prestar serviços comunitários.
A lei Maria da Penha qualifica cinco tipos de violência: a física, a moral, a psicológica, a patrimonial e a sexual.
Os principais motivos da violência segundo as vítimas, são o uso de álcool (45%) e o ciúme dos maridos (23%). Ainda segundo as mulheres agredidas a violência é uma prática de repetição “ de vez em quando” ela volta para assombrar a tranqüilidade do lar.
As mulheres que precisarem de atendimento jurídico gratuito aqui na capital paulista, podem dirigir-se a um dos Centros de Cidadania da Mulher, nos endereços abaixo, nas terças e quintas-feiras, das 8h às 12 h. Zona Sul: Praça Salim Farah Maluf, s/n - Santo Amaro. Fones:5524-4782 e 5821-6626. Rua Terezinha do Prado Oliveira, 119 - Parelheiros. Fone:5921-3935. Rua Professor Oscar Barreto Filho, 350 - Capela do Socorro. Fone: 5925-5429.
Zona Leste: Rua Ibiajara, 495 - Itaquera. Fone: 6173-5706 / 6173-4863.
Zona Norte: Rua Joaquim Antonio Arruda, 74 - Perus. Fone: 3917-5955.
Casa Brasilândia - Rua Silvio Bueno, 538 - Vila Brasilândia. Fone: 3983-4294 / 3851-1771.
Casa Eliane de Grammont - Rua Dr. Bacelar, 20 - Vila Clementino. Fone: 5549-0335.
Centro de Referência da Mulher - Rua 25 de Março, 105 - Centro. Fone: 3106-1100